Há gestos que, parecendo um tudo-nada, tocam cá dentro e fazem do perto muito perto. È das experiências de comunhão que nasce a fé, a fé na vida, nas pessoas, no futuro, ou em tudo o que nos transcende (e que por mais que vinque a nossa pequenez, nos desafia a crescer, nos ilumina e protege).
As relações de comunhão são tão sublimes e preciosas que, por mais fugazes que tenham sido nos guiamos por elas na procura de outras experiências semelhantes, para sempre.
No fundo, há dois tipos de pessoas: o das que nos tentam conhecer (e que nos acham complicados) e o daquelas que, quando se dão, nos tornam mais simples e mais compreensíveis. Até para nós. São as pessoas que nos fazem sentir acompanhadas e mais simples quem nos ajuda a perceber que não estamos sós. E são elas que, de forma fulgurante, sempre que nos levam pela mão, por entre as dúvidas que esclarecem, nos fazem entender que gostar e conhecer andam, mais do que parece de braço dado.
Temos 7 semanas para nos irmos conhecer e para gostar…

1 comentário:
Caso para dizer novamente: Boa sorte!! :)
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